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Esportes

Mais de 80 alunos vão participar da primeira edição dos Parajets

14/08/2014 23h38 | Atualizado em: 18/08/2014 16h37

Lucas Nascimento Com a proximidade da competição, os estudantes intensificam o treinamento em uma das modalidades de atletismo

Paratletas de todo o Tocantins estão numa maratona de treinamentos para a final estadual dos Jogos Estudantis Paradesportivos do Tocantins (Parajets) que será realizado no próximo sábado, 16, em Palmas. O evento terá a participação de mais de 80 alunos, matriculados em escolas públicas e particulares de todas as regiões do Tocantins. Este é primeiro ano que o governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação e Cultura (Seduc), promove a competição específica com os paratletas.

De acordo com a organização, a competição tem como objetivo promover o intercâmbio socioesportivo e a inclusão entre estudantes com idades de 12 a 19 anos que tenham deficiências física, intelectual ou visual. Mesmo com dificuldades maiores do que atletas sem nenhum tipo de deficiência, os competidores dos Parajets têm se dedicado muito aos treinamentos junto aos professores.

Rhailma Julia, de 17 anos, vai disputar três provas na modalidade atletismo: 100m, salto em distância e arremesso de peso. Apesar do pouco tempo como paratleta ela já coleciona medalhas. “Minha mãe que falou para eu participar, eu nem queria, mas quando comecei, gostei. Eu já tenho quatro medalhas e se conseguir o ouro vai ser bom demais”, conta empolgada.

Quem também está intensificando os treinos para a final estadual é Jainara Santos, de 14 anos, que destacou sua dedicação junto de colegas e professora. Sobre a expectativa para a final ela diz que, independente da classificação, o importante é competir. “Pode ser bronze, prata ou ouro, a que vier já está bom”, planeja.

A fisioterapeuta da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Palmas, Talita Brunes, frisa a relevância das ações de incentivo ao desporto educacional. “O bom dos Parajets é que a gente acaba descobrindo novos talentos de acordo com a classificação das limitações.

O mais importante é a quebra de barreiras entre alunos regulares e os nossos, além de diminuir o preconceito, muitas vezes os atletas da Apae incentivam os outros, que percebem que também podem ser capazes”, destacou.

 Da Ascom/Seduc-TO

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