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Cerca de 400 pessoas ocupam sede do Incra para protestar contra demora na regularização fundiária: órgão promete pedir reintegração

18/08/2014 21h27 | Atualizado em: 18/08/2014 21h52

Divulgação/Comissão Pastoral da Terra

REDAÇÃO


Um grupo formado por cerca de 400 camponeses e remanescentes de quilombolas ocuparam como forma de protesto a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Araguaína, na região norte do Tocantins, nesta segunda-feira, 18. 

Os manifestantes fazem parte da Articulação Camponesa de Luta Pela Terra e Defesa dos Territórios no Tocantins e representam comunidades de Araguaína, Augustinópolis, Babaçulândia, Bandeirantes do Tocantins, Barra do Ouro, Campos Lindos, Goiatins e Palmeirante

As famílias pedem agilidade nas vistorias e demarcação de terras. Além disso, o grupo reivindica que Defensoria Pública disponibilize mais defensores públicos para cuidar da questão agrária e que o Tribunal de Justiça (TJ) crie Varas especializadas em regiões com histórico de conflitos. 

A Articulação Camponesa informou, através de nota, que permanecerá na sede do Incra nos próximos dias e que não tem uma data para desocupar o local.

Já o Incra afirmou que irá discutir as demandas com os representantes do grupo somente após a desocupação pacífica do órgão em Araguaína. Caso isso não aconteça, uma reintegração de posse será solicitada judicialmente nesta terça-feira, 19. 


 

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