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Serial killer confessa que matou pelo menos 23 pessoas em Goiânia

Suspeito foi identificado graças a imagens de câmeras de segurança

15/10/2014 19h39 | Atualizado em: 15/10/2014 20h01

Reprodução Vigilante, de 26 anos, admitiu ter matado 15 mulheres e oito moradores de rua na capital goiana

A Polícia Civil informou nesta quarta-feira (15), que um homem detido em Goiânia (GO), no início da noite dessa terça-feira (14), confessou ter assassinado pelo menos 23 mulheres e moradores de rua ao longo dos últimos meses. Embora ainda esteja apurando a veracidade da confissão, a Polícia Civil adiantou que o vigilante, de 26 anos, admitiu ter matado 15 mulheres e oito moradores de rua na capital do estado. Inicialmente, o suspeito chegou a falar que havia cometido 39 homicídios, mas, até o momento, a polícia diz ter indícios claros de 23 crimes.

Morador de Goiânia, o vigilante está detido na Delegacia Estadual de Investigações de Homicídio, em caráter temporário. Em sua casa foram apreendidos um revólver e uma motocicleta. Identificado como suspeito graças a imagens registradas por várias câmeras de segurança, Rocha vinha sendo investigado há mais de um mês. O suspeito disse que matava para "se livrar de uma angústia e por sentir prazer".

Em sua página no Facebook, o governador Marconi Perillo confirmou a prisão do suposto serial killer. Por volta das 9h30, Perillo comentou que havia sido informado da prisão “do assassino de mulheres e moradores de rua” ainda de madrugada, após Rocha ter confessado os crimes.

“Nunca tive dúvidas de que a investigação [policial] iria esclarecer esses crimes que afrontaram a tranquilidade e a integridade das famílias goianas”, escreveu o governador. “Sei que isso não preenche a lacuna deixada pela morte de pessoas queridas, mas serve de conforto aos familiares e à sociedade. Que a Justiça seja feita o mais rápido possível”.

Esta tarde, Perillo, o secretário de Segurança Pública, Joaquim Mesquita, e os delegados que estão à frente do caso reuniram-se com cerca de 40 parentes de vítimas no Palácio das Esmeraldas, sede do governo estadual.

A Agência Brasil ainda não conseguiu contato com o advogado do suspeito detido.

 

Da Agência Brasil

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