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Estado

Ex-presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins é condenada a mais de cinco anos de prisão por peculato e porte ilegal de arma

07/07/2015 21h15 | Atualizado em: 07/07/2015 21h52

Divulgação A pena foi agravada porque, na época dos fatos, Willamara Leila de Almeida exercia o cargo de corregedora-geral de Justiça do Tocantins

REDAÇÃO


A ex-presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Tocantins, desembargadora afastada Willamara Leila de Almeida, foi condenada a cinco anos e 10 meses de prisão por peculato e porte ilegal de arma de fogo. A decisão foi proferia pelo
 juiz Gil Corrêa, no último dia 10 de junho. 

Além da pena de prisão, que deverá ser cumprida inicialmente em regime semiaberto, Willamara terá que pagar 180 dias-multa do salário mínimo vigente em 2010, ano em que os crimes foram descobertos

A pena foi agravada porque, na época dos fatos, Willamara exercia o cargo de corregedora-geral de Justiça do Tocantins. 

De acordo com o Ministério Público Estadual, a polícia apreendeu, em dezembro de 2010, na casa da desembargadora afastada, um revólver e várias munições que pertenciam à Comarca de Guaraí. O mandado de busca e apreensão foi cumprido durante a Operação Maet, que investigou casos de corrupção no Judiciário tocantinense. 

Willamara e o marido, João Batista Moura Macedo, foram denunciados pelo MPE e a Justiça condenou o casal. Dois dias depois da decisão, o advogado da desembargadora, Juarez Rigol da Silva, ingressou com um recurso no Tribunal de Justiça contra a sentença de Corrêa. A data em que a apelação será julgada não foi informada. 


 

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