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Estado

MPE denuncia quadrilha especializada em furtar aparelhos oftalmológicos

22/06/2016 15h11 | Atualizado em: 23/06/2016 17h45

Divulgação/SSP-TO Os suspeitos de integrar a organização criminosa tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e estão detidos na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas

REDAÇÃO


O Ministério Público Estadual denunciou quatro pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa especializada em furtar aparelhos em óticas no Tocantins. A quadrilha foi desarticulada no começo do mês, durante a operação "Bartimeu", da Polícia Civil (PC). 

São alvos da ação do MPE Bruno Milhomens Rocha, Marcus Vinícius Fonseca Tavares (vulgo “Pupila”), Lucas da Conceição Ferreira Lima, Maxsuell Menezes Silva, Samir David Abdalla Júnior e Rafael Moreno do Vale. 

A denúncia foi ajuizada na semana passada após mais de três meses de investigação.
 “Por meios de conversas gravadas, bem como pelas localizações das ‘ERBs’ dos aparelhos telefônicos utilizados por eles à época dos crimes, comprovamos que os denunciados estiveram nas cidades nos mesmos horários e locais onde os fatos ocorreram”, explicou o promotor de justiça André Ramos Varanda. 

Os suspeitos de integrar a organização criminosa tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e estão detidos na Casa de Prisão Provisória (CPP) de Palmas. Três deles foram transferidos de São Paulo e Goiás para a capital tocantinense. 

Como agia o grupo

De acordo com a delegada Liliane Albuquerque, da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic), o inquérito para investigar o caso foi instaurado em fevereiro deste ano, após serem registradas várias ocorrências de furto de equipamentos oftalmológicos no estado desde dezembro de 2015. “Descobrimos que, além do Tocantins, a quadrilha atuava em outros cinco estados da federação: Pará, Maranhão, Piauí, Bahia e Goiás”, afirmou. 


Conforme as investigações, Rafael era responsável por repassar ao grupo, informações sobre os estabelecimentos que seriam furtados. O denunciado prestava serviços às empresas das vítimas e conhecia a localização dos equipamentos, sistemas de segurança dos locais e movimentação de funcionários.

A polícia afirma que Samir David pagava aos executores dos furtos (Bruno, Ronnie, Lucas e Maxsuell) uma importância entre R$ 3 mil e 5 mil por cada aparelho subtraído; Marcus Vinícius recebia de R$ 1 mil a R$ 2 mil pela intermediação dos produtos e Rafael recebia R$ 1 mil pelas informações estratégicas sobre as óticas. 


 

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