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Homem é esfaqueado e queimado dentro de igreja em Gurupi

O crime aconteceu na madrugada desta quarta, 28, no setor Bela Vista

28/09/2016 10h58 | Atualizado em: 29/09/2016 16h29

Fotos: Divulgação O crime aconteceu em um templo desativado da Igreja Assembleia de Deus, no setor Bela Vista, em Gurupi, na região sul do Tocantins

REDAÇÃO


Um homem foi brutalmente assassinado dentro de uma igreja, em Gurupi, na região sul do Tocantins. O crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira, 28, no setor Bela Vista. A vítima foi identificada como Ademir Gomes de Sousa, de 33 anos.

De acordo com a Polícia Militar (PM), Ademir e a companheira dele estavam abrigados na igreja há pelo menos três dias. O templo evangélico, localizado na avenida Sumaré, está desativado. Pouco antes das 5 horas da madrugada, o local foi cercado por cinco homens. Os suspeitos pediram à vítima que abrisse a porta. O homem, que estava com a família, não atendeu ao pedido. 

Um dos suspeitos, então, resolveu entrar pelo telhado da igreja. O homem abriu a porta para os comparsas. Na sequência, Ademir foi espancado, levou várias pauladas e, depois de estrangulado, teve o corpo incendiado pelos criminosos. A mulher dele e a filha do casal conseguiram fugir.  

Os suspeitos fugiram depois do crime, mas com base no relato de uma testemunha, um deles acabou preso. Juscelino Torres Amorim, conhecido como "Irmãozinho", de 25 anos, foi levado para a Central de Flagrantes de Gurupi e negou participação no homicídio. 

A Polícia Civil (PC) afirmou que abriu inquérito para investigar o caso. O crime pode ter relação com o tráfico, uma vez que, antes de matar Ademir, os suspeitos questionaram a vítima sobre uma droga que teria sido furtada. Ademir não apontou o local e, por isso, segundo os investigadores, foi executado com requintes de crueldade. 

Na igreja, foram encontradas munição calibre 38, dois pedaços de madeira, corda e isqueiro. Já na casa de Juscelino, os policiais apreenderam três facões e uma faca. 

O corpo de Ademir foi examinado no Instituto Médico Legal (IML) de Gurupi e liberado para sepultamento. Segundo a família, o homem trabalhava como pedreiro. 

Até a conclusão deste texto, nenhum dos outros quatro suspeitos de envolvimento com o assassinato havia sido preso ou identificado. 


 

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