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Estado

TO quer autorização da Funai para construção de estrada no Bananal

A Transbananal passa por reservas indígenas na Ilha do Bananal

25/04/2017 17h15 | Atualizado em: 26/04/2017 23h07

Fotos: Divulgação Segundoo o governo do estado, a Transbananal criará um novo corredor de exportação nacional através da interligação do Tocantins com Mato Grosso

O projeto da BR-242, conhecido como Transbananal, foi discutido na manhã desta terça-feira, 25, na sede da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Brasília. Parlamentares federais e Governo do Tocantins estão se mobilizando para que a rodovia se torne realidade.

O presidente da Funai, Antônio Costa, recebeu em uma audiência o coordenador da bancada Federal, senador Vicentinho Alves (PR); a deputada Josi Nunes (PMDB); os deputados federais Carlos Gaguim (PMB) e Lázaro Botelho (PP); o diretor de Planejamento e Pesquisa do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), André Martins de Araújo; e o chefe do Escritório de Representação em Brasília, Renato de Assunção.

O grupo reforçou ao presidente da Funai o pedido de autorização para que o Dnit entre nas reservas indígenas e realize os estudos necessários para elaboração do projeto da rodovia. O presidente confirmou a bancada que atenderá a solicitação do Dnit, da bancada e do Governo Estadual.

A BR-242 corta todo o Estado do Tocantins e termina no Porto Piauí, no município de Formoso do Araguaia. A rodovia pavimentada não segue até o Mato Grosso devido a necessidade de que um trecho passe por dentro das reservas indígenas da Ilha do Bananal. A estrada que existe na região é precária e fica intransitável em época de chuvas.

Segundo o governo, a Transbananal criará um novo corredor de exportação nacional através da interligação do Tocantins com Mato Grosso, facilitando o escoamento de produtos que saem hoje do estado do Centro-Oeste para os portos litorâneos. Seria uma opção de quase mil quilômetros mais curta do que as existentes atualmente.

Lageado e Tocantinia

A pauta na Funai incluiu também um pedido de interferência do órgão para que o Estado possa executar obras de pavimentação de rodovias em dois trechos que cortam áreas indígenas: um de 22 km entre Lajeado e Tocantinia e outro de 43 km entre Tocantinópolis e a Maurilândia.

Com Secom/Governo do TO

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