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Estado

Carne imprópria: Ação interdita matadouros clandestinos no TO

Locais de abate irregular ficam em Barrolândia; donos foram multados

20/10/2017 19h26 | Atualizado em: 23/10/2017 19h42

Divulgação Em um dos locais foi encontrado vestígios de abate de animais com um número muito grande de carcaças (cabeças) de animais que eram deixadas num local após o abate

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), por meio da equipe do Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e a Polícia Militar Ambiental realizaram na manhã desta sexta-feira, 20, ações de fiscalizações e combate ao abate clandestino de animais, no município de Barrolândia a 105 quilômetros da capital, onde foram identificados dois locais clandestinos de abate de bovino sem registro no serviço de inspeção oficial e fora das normas higiênicas-sanitária.

Em um dos matadouros, a equipe apreendeu 660 quilos de carne impróprias para o consumo que foi encaminhado para o aterro sanitário de Palmas, os locais foram interditados e os dois proprietários foram autuados em R$ 5 mil reais pela Adapec e mais R$ 50 mil cada um, pela PM Ambiental por irregularidades ambientais.

Em um dos locais foi encontrado vestígios de abate de animais com um número muito grande de carcaças (cabeças) de animais que eram deixadas num local após o abate. Já no outro matadouro clandestino foi feito o flagrante de abate clandestino e foram apreendidas quatro carcaças de bovinos. Eram abatidos em média de 2 a 3 animais por dia e a carne era comercializada no comércio local e na região.

Os ambientes não possuíam estruturas adequadas para abate, que eram feitos em currais abertos, sem nenhuma condição higiênico-sanitária, com a presença de aves, vísceras em contato com o chão, carne totalmente exposta, escoamento de sangue jogado diretamente no solo, entre outras irregularidades.

De acordo com o inspetor de defesa agropecuária da Adapec, Dwany de Souza Carvalho, a operação aconteceu após registro de uma denúncia anônima por meio do disque-defesa da Agência. “Estamos intensificando este tipo de operação para coibirmos o abate clandestino que coloca em risco a saúde pública”, alertou ele.

 

Com Secom/Governo do TO

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