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Estado

Cantor é condenado por furto ocorrido em joalheria no Tocantins

20/11/2017 16h14 | Atualizado em: 21/11/2017 23h18

Ilustração A juíza Joana Augusta Elias da Silva, titular da 2ª Vara Criminal de Gurupi, condenou o cantor sertanejo Altemir Candido Barreiras por um furto ocorrido, em 2009, em uma joalheria

REDAÇÃO
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A Justiça condenou o cantor sertanejo Altemir Candido Barreiras por um furto de joias ocorrido, em Gurupi, no sul do Tocantins, em 2009. O músico teve a pena de prisão convertida em prestação de serviços à comunidade e também pagará R$ 50 mensais, durante um ano, para uma entidade.

Altemir foi denunciado pelo Ministério Público Estadual pelo furto de seis correntes de ouro, avaliadas em R$ 16 mil no total, de uma joalheira no centro de Gurupi. Segundo o MPE, o cantor fingiu que era um bancário interessado em um presente para a esposa, mas se aproveitou da distração da vendedora para colocar as joias no bolso e deixar a loja, garantindo que retornaria ao estabelecimento para concretizar a compra.

A defesa do acusado pediu a absolvição de Altermir alegando que não há provas suficientes para a sua condenação. O argumento, porém, não conveceu a juíza do caso, Joana Augusta Elias da Silva, titular da 2ª Vara Criminal de Gurupi. 

Na sentença, a magistrada afirma que, apesar da “insistente negativa de autoria do acusado”, as provas, entre elas testemunhos de vendedoras e do segurança da joalheria, são fartas e demonstram que Altemir praticou os furtos. “As três testemunhas reconheceram o acusado, por meio de reportagem televisiva, o qual foi preso, dias após os fatos, por prática de crime da mesma espécie, no Estado de São Paulo”, lembrou a juíza.

"Ademais, aparece em várias reportagens suspeito de envolvimento em crimes contra o patrimônio, inclusive, o modo de agir era o mesmo utilizado no crime em análise, a saber, apresentava-se sempre muito bem vestido, identificando-se como funcionário de instituição financeira. Tal artifício era utilizado como forma de ludibriar as vítimas para que não desconfiassem de suas reais intenções”, completou Joana Augusta.  

Altemir foi condenado a dois anos de prisão e ao pagamento de 10 dias-multa, mas a juíza substituiu a pena pela prestação de serviço e prestação pecuniária, por ser inferior a quatros de prisão. Com a condenação, o músico está obrigado a trabalhar uma hora por dia de condenação e a depositar o valor mensal de R$ 50. De acordo com a magistrada, as entidades que receberão as prestações de serviço e pecuniária serão definidas quando iniciar a execução penal. O cantor ainda pode recorrer da decisão. 


 

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