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Estado

Mormo: Proibição de cavalgadas é mantida em 2 municípios do TO

Propriedades rurais destas localidades ainda estão recebendo saneamento

30/01/2018 17h45 | Atualizado em: 01/02/2018 15h43

Divulgação Adapec anunciou, nesta terça-feira, 30, a continuidade da proibição na capital e em Formoso do Araguaia, e a liberação deste tipo de evento em Sandolândia

REDAÇÃO
REDE TO


O município de Sandolândia, localizado na região sudoeste do Estado, foi retirado área de foco do mormo após a conclusão do saneamento das propriedades rurais do município. As informações foram divulgadas nesta terça-feira, 30, pela Agência de Defesa Agropecuária. 

Segundo a Adapec, com a exclusão, Sandolândia pode voltar a realizar eventos com equídeos (equinos, asininos e muares), desde que fiscalizados pela agência. As cavalgadas e tropeadas, porém, continuam proibidas nos municípios de Palmas e Formoso do Araguaia, onde há propriedades passando por saneamento. 

“Já conseguimos baixar em 57% a incidência de novos casos de Mormo e concluímos o saneamento em 90% das propriedades focos, restando apenas três para finalizarmos o processo. Nosso principal objetivo é tornar novamente o Estado livre da enfermidade”, disse o presidente da Adapec, Humberto Camelo.

Instrução normativa

No último dia 16 de janeiro, foi publicada a Instrução Normativa (IN) nº 06, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que adota diretrizes gerais para prevenção, controle e erradicação do mormo no Território Nacional, no âmbito do Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos (PNSE).

De acordo com a Adapec, o Tocantins já cumpre grande parte das exigências previstas na IN, a exemplo da realização de capacitação específica para médico veterinário da iniciativa privada e cadastrado no Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos (PESE); atualização cadastral dos equídeos; identificação de vínculos epidemiológicos com investigação da movimentação de equídeos, dos últimos 6 meses, das propriedades focos e das propriedades vizinhas; e comunicação sobre a doença às autoridades locais de saúde pública. 

“Desde que a doença surgiu em 2015 no Estado, temos colocado em prática estratégias para impedir sua disseminação, por isso consideramos que a nova medida vem reforçar o trabalho que já está sendo realizado”, frisou Camelo. 

Segundo o responsável pelo PESE, Raydleno Mateus Tavares, “para o Tocantins se tornar zona livre do mormo é preciso estar três anos sem notificação de focos da doença, além de passar pelos processos normativos do Mapa". O Tocantins conta, atualmente, com 271,9 mil equídeos.

Trânsito

Segundo a Adapec, no Tocantins, as aglomerações de equídeos só podem ser autorizadas após vistoria dos técnicos da agência. Além disso, para realizar o transporte desses animais é obrigatório apresentar a emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) e exames negativos e dentro do prazo de validade para Mormo e Anemia Infecciosa Equina (AIE). Em caso de participação em eventos pecuários, além destes exames citados, é necessário ainda a apresentação da comprovação de vacinação contra Influenza.


 

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