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Araguaína-TO, segunda, 23 de setembro de 2019
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Estado

Chuvas deixam seis municípios do TO em situação de emergência

Área mais afetada pelas fortes chuvas fica na região da Ilha do Bananal

15/03/2018 10h12 | Atualizado em: 16/03/2018 18h52

Fotos: Defesa Civil - TO Moradores da aldeia Takaywrá, da etnia Krahô, ficaram ilhados por causa da cheia do rio Formoso, em Lagoa da Confusão, na região sudoeste do Tocantins

REDAÇÃO
REDE TO

 

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, reconheceu a situação de emergência em seis municípios da região sul e sudoeste do Tocantins por causa das fortes chuvas que tem caído nas últimas semanas. A Portaria nº 68, de 14 de março de 2018, assinada pelo secretário Renato Newton Ramlow, foi publicada na edição desta quinta-feira, 15, do Diário Oficial da União.

Foi reconhecida situação de emergência em Cristalândia, Dueré, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Pium e Santa Rita do Tocantins. 


Com a medida, as prefeituras estão aptas a solicitar apoio à União para ações de socorro, assistência, reestabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas danificadas. 

Uma das áreas mais atingidas pela chuva fica em Lagoa da Confusão, na região da Ilha do Bananal. Moradores da
aldeia Takaywrá, da etnia Krahô, ficaram ilhados por causa da cheia do rio Formoso. Um grupo de indígenas foi levado para um acampamento montado pelo Exército no ginásio de esportes do município. As barracas foram fornecidas pela Defesa Civil do Tocantins, a água potável e banheiro pelo Exército. 

“Não serão todos os indígenas que serão retirados, alguns deverão ficar porque eles possuem criações e plantações, no local, e não podem abandonar. Nossa preocupação, neste momento, são com mulheres e crianças”, explicou o atual superintendente da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Tocantins, major Diógenes Madeira de Oliveira

De acordo com a Defesa Civil, a Fundação Nacional do Índio (Funai), em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), auxiliará com a ajuda humanitário fornecendo alimentação e itens de necessidade. “A ação é provisória e aguardamos que o período chuvoso passe para que seja tomada uma decisão definitiva em relação à área atingida. O Ministério Público Federal já está estudando as possibilidades de resolver ou amenizar o problema e a Defesa Civil, como parte integrante da segurança global da população, apóia esse trabalho”, declarou major Diógenes.


 

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