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Estado

PGE-TO tenta reverter decisão judicial que suspendeu concurso

Desembargador do TJ alegou "crise institucional" para justificar paralisação

27/03/2018 10h57 | Atualizado em: 28/03/2018 00h46

Divulgação Decisão do desembargador Marco Villas Boas suspendeu o concurso da Procuradoria Geral do Estado do Tocantins

REDAÇÃO
REDE TO


Além de suspender o concurso da Polícia Militar, o 
desembargador Marco Villas Boas, do Tribunal de Justiça, também paralisou o andamento do certame da Procuradoria Geral do Estado. O magistrado citou como justificativa a "crise institucional" pelo qual passa o Tocantins atualmente com a cassação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice Claudia Lelis (PV)

Terceiro na história da PGE, o concurso suspenso está sob a responsabilidade da Fundação Carlos Chagas e oferece 20 vagas para preenchimento imediato e outras 20 para formação de cadastro reserva. A remuneração inicial prevista é de R$ 26.125,17. As provas da primeira fase foram aplicadas, em Palmas, no dia 4 de março. 

Em nota, a procuradoria lamentou a decisão de Villas Boas, proferida nesta segunda-feira, 26. "Tranquilizamos os candidatos, informando que adotaremos todas as medidas judiciais cabíveis, relativas à interposição de recursos, para ver reformada a referida decisão, garantindo a continuidade regular do concurso", afirmou a PGE. 


O primeiro concurso para Procurador do Estado do Tocantins aconteceu em 1994, com a aprovação de 58 candidatos. Já o segundo e último concurso, em 2007, teve a aprovação de 28 candidatos, totalizando 86 ingressantes na carreira, em 23 anos. Atualmente, a PGE conta com 43 procuradores na ativa. 

 

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