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Estado

13 pessoas são presas no Tocantins suspeitas de fraudes na web

24/04/2018 16h30 | Atualizado em: 25/04/2018 12h25

Pixabay Operação cumpriu mandados de prisão em Araguaína, Palmas, Sítio Novo, Praia Norte e Augustinópolis

REDAÇÃO
REDE TO


A operação Dr. Cross, da Polícia Federal, prendeu 13 pessoas, nesta terça-feira, 24, no Tocantins. A ação da PF tem como objetivo desarticular uma organização criminosas especializada em criar sites falsos para fraudar compras pela internet. Ao todo, foram cumpridos 23 mandados judiciais, sendo 13 de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão.

Oito pessoas foram presas em Araguaína, no norte do estado, uma em Palmas e quatro em Sítio Novo do Tocantins, Praia Norte e Augustinópolis, no extremo norte, na região conhecido como Bico do Papagaio. Os nomes não foram divulgados. 

Páginas falsas

De acordo com a polícia, as investigações começaram no ano passado durante a Operação Cracker. Na época, ao periciar os computadores apreendidos de dois investigados, os agentes identificaram um rol de criminosos especialistas em fraudes pela internet.

O esquema funcionava da seguinte maneira: os suspeitos criavam páginas falsas de sites de venda conhecidos e inseriam nelas, anúncios de produtos com preços abaixo do mercado. Enganado pela oferta, o internauta comprava o produto, mas ao quitar o boleto, o dinheiro do pagamento era direcionado para a aquisição de mercadorias em outros sites e estas eram recebidas por integrantes da quadrilha.

Com o dinheiro oriundo da prática criminosa, os investigados compravam carros de luxo e mansões. Pelo menos dois veículos foram apreendidos.

Além de fraudar compras na internet, o grupo também é investigado por roubar dados bancários para sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

Crimes

Segundo a PF, os suspeitos devem ser indiciados pelos crimes de associação criminosa, furto mediante fraude pela internet contra instituições financeiras e comerciais, invasão de dispositivos de informática e estelionato.

Nome da operação

O nome da operação faz referência ao apelido usado por um dos principais investigados em um grupo de Skype no qual se reunia com vários outros crackers.


 

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