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Araguaína-TO, segunda, 10 de dezembro de 2018
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Estado

Após surto, cadeia de Colinas é liberada para receber novos presos

Unidade prisional foi interditada após registrar cinco casos de tuberculose

08/06/2018 19h19 | Atualizado em: 08/06/2018 19h38

Divulgação

A Cadeia Pública de Colinas, localizada na região norte do Tocantins, já restabeleceu a rotina de funcionamento prisional. Após cinco internos receberem o diagnóstico de tuberculose, a Justiça impediu provisoriamente que a unidade recebesse novos presos, suspendendo ainda visitas, tanto íntimas quanto sociais. A decisão previa interdição das atividades até o dia 16 de junho, no entanto, após normalização da condição de saúde dentro da cadeia, uma nova decisão judicial datada em 25 de maio autorizou o restabelecimento da rotina prisional.

“Nos últimos três meses, acompanhamos visitas aos médicos para que recebessem o diagnóstico que indicaria a problemática e como seriam tratados. Após isso, isolamos os detentos para tratamento e para que a bactéria não atingisse mais ninguém”, explicou o
 chefe da unidade, Silvestre Boaventura. 

Boaventura explica que todos os 84 presos, servidores e colaboradores da unidade passaram por exames médicos para descartar a possibilidade de mais casos. Ele destacou ainda que foi disponibilizado um enfermeiro para montagem de um ambulatório na cadeia a fim de supervisionar e dar auxílio nas possíveis doenças que possam afligir o local.

Com autorização judicial, os presos diagnosticados com tuberculose estão sendo tratados em domicílio, cumprindo a pena em casa sob monitoramento de tornozeleiras eletrônicas.

Prevenção

Na semana passada, o governo do Tocantins, por meio das secretarias de estado da Cidadania e Justiça (Seciju) e da Saúde (SES), aderiu ao projeto nacional de prevenção à tuberculose em unidades prisionais. Nomeado como Apoio ao desenvolvimento de ações em saúde para a comunidade carcerária com foco na tuberculose, o projeto é uma parceria do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

As ações terão duração de dois anos, a partir do segundo semestre deste ano. O objetivo é ampliar o diagnóstico e o tratamento precoce de todos os casos, para melhorar as estratégias de controle da tuberculose.

 

Com Secom/Governo do TO

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