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Araguaína-TO, sexta, 22 de novembro de 2019
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Furto de energia já levou 18 pessoas à prisão nos primeiros meses do ano

09/04/2019 15h34 | Atualizado em: 15/04/2019 20h43

Divulgação Só neste ano, concessionária já identificou mais de 1.800 casos de desvios e gambiarras no estado

Segundo levantamento divulgado pela Energisa, concessionária de energia elétrica do Tocantins, só neste ano, mais de 1.800 casos de desvios e gambiarras, os chamados "gatos", foram flagrados no estado e 18 pessoas foram presas por cometer este crime.

De acordo com a empresa, oscilação de tensão e até falta de energia são algumas das consequências desta prática, que comprometem a qualidade do fornecimento e podem provocar acidentes a partir de curtos-circuitos e até incêndios. “Outro fator importante é que parte do valor da energia furtada é dividida entre todos os outros clientes. Quando alguém furta energia está prejudicando toda vizinhança”, alerta Helier Fioravante, gerente de Medição e Combate a Perdas da Energisa.

Fioravante destaca que, com o sistema inteligente operado pela distribuidora, que monitora o perfil de consumo de todos os clientes, é impossível que o furto de energia passe despercebido. “Com a análise dessas informações, conseguimos identificar quais os locais suspeitos de furto de energia e enviar equipes em campo para apurar se há de fato uma fraude”, explica Helier.

Segundo a Energisa, em 2018, o total da energia roubada no Tocantins foi suficiente para atender por um ano o consumo de 35.927 casas. Número próximo a soma do consumo de energia dos municípios de Porto Nacional e Paraíso do Tocantins. Foram 7.284 casos identificados e autuados como furto de energia, em todo o Tocantins.

Para combater essa prática e prevenir situações de riscos para a população, a Energisa afirma que vem intensificando suas ações de fiscalização. Helier enfatiza a preocupação com a segurança. “A nossa maior prioridade é a segurança dos nossos clientes e combatendo essa prática, estamos cuidando para que não haja acidentes, melhorando a qualidade da energia que ele recebe em casa e ainda, reduz o impacto deste prejuízo na conta de luz nas revisões tarifárias.”

Crime de furto
 
O furto de energia e as fraudes no relógio medidor são crimes previstos no Código Penal, no Artigo 155. A pena é de um a quatro anos de reclusão, além de multa. 

 

Com Ascom/Energisa-TO

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