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Araguaína-TO, sábado, 20 de julho de 2019
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Estado

Polícia fará segurança do Hospital Geral de Palmas após denúncia de crimes

17/04/2019 19h15 | Atualizado em: 25/04/2019 18h13

Divulgação Força-tarefa teve início nesta quarta-feira, 17, um dia depois que mensagem com denúncia de arrastão e estupro viralizar no WhatsApp

REDAÇÃO
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Após denúncia de supostos arrastões e até de estupro dentro do Hospital Geral de Palmas, a Polícia Civil (PC) deu início, nesta quarta-feira, 17, a uma força-tarefa na unidade. O objetivo da ação é apurar a veracidade das informações sobre crimes compartilhadas especialmente pelo WhatsApp e dar segurança aos pacientes e servidores que trabalham no local. 

“Muitos boatos foram divulgados nas redes sociais e aplicativos de mensagens que causaram verdadeiro pânico dentro do HGP. A presença dos policiais civis hoje, dentro da unidade, deixou os pacientes mais tranquilos”, afirmou o diretor administrativo do HGP, Leonardo Toledo. 

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, Rossílio Correia, duas delegacias especializadas estarão atuando para coibir a prática de crimes no maior hospital público do estado. “As ações da Polícia Civil, dentro do HGP, serão realizadas com estratégia e inteligência, com o objetivo de coibir e prevenir qualquer prática criminosa que, supostamente, estariam ocorrendo dentro da unidade hospitalar e, nesse sentido, designamos os delegados titulares das Delegacias Especializadas na Repressão a Narcóticos (DENARC), Emerson Moura, e de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DERFRVA), Anderson Casé, cujas equipes estarão atuando de forma coordenada para promover mais segurança a todos àqueles que utilizam ou que trabalham na unidade”, explicou. 


O delegado-geral participou, durante a manhã, de uma reunião com a direção do HGP. Na ocasião, Rossílio conheceu um pouco da rotina da unidade de saúde e, juntamente com os delegados Anderson e Emerson, elaboraram o plano de ação que norteará a atuação da força de segurança dentro do Hospital Geral de Palmas, durante todo o mês de abril ou até quando se fizer necessário.

“Essa força-tarefa visa garantir que todos os frequentadores, sejam pacientes ou acompanhantes e toda a equipe médica e clínica, que é formada em sua maioria por mulheres, se sinta mais segura e tenha a tranquilidade necessária a fim de exercer suas funções e possam ter sua dignidade preservada durante o tempo que passam em seu local de trabalho”, ressaltou Correia.

Sobre a força-tarefa, o secretário de Estado da Saúde, Renato Jayme, declarou que não há obrigatoriedade de manter policiamento dentro de unidades hospitalares, mas disse que, com a força-tarefa, o estado está buscando alternativas para melhorar a proteção dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)

Mensagem duvidosa

Desmentida pela Polícia Militar (PM), a informação de que o HGP estaria sendo palco de vários crimes viralizou na internet, nesta terça-feira, 16. A mensagem, compartilhada em centenas de grupos de Palmas, dizia que havia ocorrido um arrastão com roubo de celulares de pacientes e acompanhantes,  além de um estupro em um elevador. 

O comunicado também informava que os servidores da unidade e pacientes vem convivendo há muito tempo com o tráfico de drogas e o uso de bebidas alcoólicas dentro do hospital. 


 

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