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Araguaína-TO, segunda, 18 de novembro de 2019
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Tribunal do Júri condena irmãos por crimes em povoado

17/05/2019 18h58 | Atualizado em: 17/05/2019 19h15

Ilustração Nerivá Alves Porto e Janel Alves Porto foram condenados pelo Tribunal do Júri por crimes ocorridos no ano passado, em povoado de Paranã, na região sudeste do Tocantins

Os irmãos Nerivá Alves Porto e Janel Alves Porto foram levados ao Tribunal do Júri nesta quarta-feira, 15, acusados de homicídio e tentativa de homicídio, respectivamente. O crime aconteceu em 2018, no povoado Bom Jesus da Palmas, no município de Paranã, na região sudeste do Tocantins. As alegações do Ministério Público levaram à condenação dos irmãos a penas de 14 e oito anos e quatro meses de reclusão.

De acordo com o Ministério Público, Janel e Nerivá envolveram-se em uma confusão que vitimou Abenilson Antônio Gonçalves e feriu Adelço Pereira dos Reis, ao desferir golpe de faca no abdômen do primeiro e um golpe com espeto de assar carne contra o segundo. Conforme apurado, os réus consumiam bebida alcoólica e começaram uma discussão na mesma mercearia em que se encontravam vítimas, pelo simples fato destes serem moradores de fora do povoado e estarem ali a trabalho temporário em uma obra.

Após o bate-boca, as vítimas retiraram-se do local, mas tiveram o carro atingido por pedras, ocasião em que Abenilson lançou mão de um facão e pediu que Janel e Nerivá se afastassem-se do carro. Na ocasião, os irmãos deixaram o local, mas voltaram armados com faca e espeto de assar carne, atingindo as duas vítimas e fugindo em seguida do local. As testemunhas afirmam que Abenilson veio a óbito a caminho do hospital e Adelço sobreviveu porque as pessoas que ali estavam impediram a consumação do ato, tendo sido atingido na altura de uma das vértebras.

Pelos fatos, o Ministério Público, representado pelos Promotores de Justiça Janete Intigar e Vilmar de Oliveira, imputou o crime de homicídio a Nerivá, que teve pena fixada em 14 anos, e de tentativa de homicídio contra Janel, sendo-lhe imposta pena fixada em oito anos e quatro meses de reclusão, ambos em regime inicialmente fechado.

Com Ascom/MPTO
 

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