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Araguaína-TO, quarta, 23 de outubro de 2019
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Estado

Delegado soluciona quase todos os crimes em cidade do Tocantins

04/06/2019 11h07 | Atualizado em: 04/06/2019 11h53

Divulgação/SSP-TO Delegado Breno Eduardo Campos Alves, de Araguanã, no norte do Tocantins, recebeu moção de aplausos por sua atuação no combate à criminalidade

REDAÇÃO
REDE TO


A Câmara Municipal de Araguanã, na região norte do Tocantins, homenageou, com uma moção de aplausos o delegado da cidade, Breno Eduardo Campos Alves, por sua atuação no combate à criminalidade. 

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a autoridade policial foi reconhecida pela execução de vários serviços à comunidade local, entre eles o número de 1293 procedimentos despachados e em andamento; 85 inquéritos policiais concluídos e todos os crimes de homicídio e roubo ocorridos durante no ano apurados ou em fase final, o que, segundo a Cada de Leis, teria resultado na queda dos índices de criminalidade.

"Desde que me foi conferida a missão de comandar a unidade, me desdobrei junto com a equipe para conseguir este resultado: uma delegacia operante e com resultados positivos", afirmou Breno Eduardo.

Produtividade 

Os índices de produtividade dos delegados tocantinenses pode ser acompanhada por meio do Diário Oficial. O Relatório de Atividades Funcionais (RAF) foi implementado com a Portaria nº 573, da Secretaria de Estado da Segurança Pública, publicada no DOE no dia 27 de maio deste ano.

“O RAF é um dado que compõe o conjunto de ações e estudos programados em nosso Plano de Modernização da Polícia Civil do Estado. Será utilizado como critério para a tomada de decisões, mas não de forma exclusiva e, sim, dentro de um contexto em que outros elementos serão também verificados”, explica o secretário de Segurança Pública, Cristiano Barbosa Sampaio.

O Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Tocantins (Sindepol - TO), porém, é contra o RAF. Para o presidente da entidade, Mozart Félix, o relatório busca oprimir o "combate à corrupção no Estado do Tocantins, desvalorizando o trabalho desempenhado pelos Delegados frente às investigações complexas e desestimulando principalmente os profissionais que atuam no interior", uma vez que o ranking leva em conta a "quantidade de procedimentos concluídos, sem levar em consideração a complexidade dos mesmos".

Segundo Mozart, Investigações sobre atos de corrupção levam mais tempo para serem concluídas e demandam uma atenção maior por parte dos delegados, que, com poucos inquéritos finalizados, teriam nota baixa no ranking da SSP. 


 

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