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Araguaína-TO, domingo, 22 de setembro de 2019
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Plantação gigante de maconha no TO foi recebida como herança

18/06/2019 22h09 | Atualizado em: 18/06/2019 22h30

Fotos: Divulgação Operação Napalm eliminou uma plantação de cerca de 10 mil pés de maconha, em Miranorte, na região central do Tocantins

REDAÇÃO
REDE TO


A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira, 18, em Miranorte, na região central do Tocantins, a Operação Napalm, com o objetivo de eliminar uma plantação de cerca de 10 mil pés de maconha. Duas pessoas foram presas. 

De acordo com o delegado Emerson Francisco de Moura, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Narcóticos (DENARC)
, as investigações tiveram após denúncia anônima feita há 20 dias que apontava que o município de Palmas estava sendo abastecido de maconha, não de Brasília (DF) ou Goiânia (GO), como rotineiramente, mas, sim, do próprio estado, mais precisamente na cidade de Miranorte. “ A partir dessa denúncia, os agentes iniciaram as investigações e buscaram localização a área onde a droga estaria sendo cultivada. Com isso, chegamos a essa lavoura localizada a aproximadamente 18 quilômetros do município de Miranorte”, explicou. 

Durante os trabalhos, os policiais encontraram mudas, vegetação colhida e em processo de maturação, insumos e sementes. Segundo a polícia, para irrigar a plantação, o manejo era realizado por meio de encanamentos, cuja captação da água se dava mediante um córrego que atravessa a propriedade. A Perícia Criminal esteve no local e identificou cerca de 10 mil pés de maconha. De acordo com a DENARC, o material foi incinerado ainda no local.



Herança

O delegado contou que a propriedade onde a droga estaria sendo cultivada é resultado de uma herança familiar. As investigações apontaram que o suspeito é também proprietário da área, que chegou inclusive a se desentender com demais familiares no intuito de esconder a atividade criminosa. “Até o momento, temos informação de que apenas ele cultivava a maconha. Entretanto, temos a informação de que outras pessoas também trabalhavam com ele, mas apenas na parte da entrega do produto, já processado para a comercialização”, afirmou.

A Polícia Civil trabalha, agora, para identificar mais pessoas que provavelmente estejam envolvidas na comercialização da droga.

Os dois suspeitos presos em flagrante, que não tiveram os nomes divulgados, foram encaminhados para a Casa de Prisão Provisória de Palmas e vão responder pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico. 

Ação conjunta

Além da Polícia Civil, a operação contou com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER da Secretaria da Segurança Pública (SSP), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, do Ministério Público Estadual, e da Polícia Militar (PM). 


 

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