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Araguaína-TO, quarta, 28 de outubro de 2020
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Estado

Tocantins tem 13º caso de covid-19: mulher contraiu vírus em Palmas

08/04/2020 14h15 | Atualizado em: 08/06/2020 14h31

Divulgação Ao todo, o Tocantins já registrou 13 casos de infecção pelo novo coronavírus, sendo 10 em Palmas e 3 em Araguaína, na região norte

REDAÇÃO
REDE TO


Nesta sexta-feira, 03, Palmas registrou o seu décimo caso confirmado de covid-19. A paciente, de 31 anos, contraiu o vírus de outra pessoa residente na capital e, segundo a secretaria municipal de Saúde, apresenta bom estado de saúde e encontra-se em isolamento domiciliar.

Ao todo, o Tocantins já registrou 13 casos de infecção pelo novo coronavírus, sendo 10 em Palmas e 3 em Araguaína, na região norte. Destes, 9 são mulheres e 3 homens. Por enquanto, não há registro de mortes por covid-19 no estado. As informações estão no boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde, nesta sexta. 

Descumprimento e punições 

Apesar de Palmas já registrar transmissão comunitária de coronavírus, muitos moradores continuam desrespeitando as regras de isolamento e distanciamento social contidas em um decreto municipal. Nesta sexta,  o Ministério Público do Tocantins informou que pretende atuar na aplicação de penalidades legais nos casos de descumprimento das regras. 

Em Palmas, está restrito o funcionamento de shopping, pólos comerciais, casas lotéricas, casas de material de construção, distribuidoras de bebidas com venda a varejo em balcão, lojas de conveniência de postos de combustíveis e em concessionárias de automóveis.

A
 promotora de Justiça Maria Cristina da Costa Vilela afirma que o descumprimento de atos normativos do poder público é crime previsto em Lei e a sua constatação é objeto de atuação do Ministério Público. “Orientamos aos órgãos fiscalizadores que sejam trazidos ao conhecimento das promotorias criminais os autos de infração ou qualquer outro documento que comprove a desobediência ao decreto que estabeleceu medidas de segurança contra o coronavírus”, pontuou.

O artigo 268 do Código Penal prevê a pena de detenção de um mês a um ano, mais multa, para quem infringir os atos do executivo destinados a impedir a introdução ou propagação de doença infecciosa. 


 

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