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Araguaína-TO, terça, 26 de janeiro de 2021
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Estado

Após 21 anos, chefia do MPTO volta a ser ocupada por promotor

15/12/2020 11h46 | Atualizado em: 15/12/2020 11h56

Divulgação Em sessão virtual, Luciano Casaroti tomou posse como Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Tocantins
Após 21 anos, a chefia do Ministério Público do Tocantins voltou a ser ocupado por um promotor de justiça. “Hoje, se inicia um importante capítulo na história do Ministério Público do Estado do Tocantins: a chefia da instituição sendo ocupada por um promotor de Justiça. Uma realização almejada por robustecer o caráter democrático e oportunizar novas ideias, além de possibilitar a proximidade entre os procuradores e promotores de Justiça, o que, inevitavelmente, enseja o fortalecimento institucional essencial ao cumprimento do dever incumbido a este Ministério Público Estadual”. Com esta declaração, o promotor Luciano Cesar Casaroti abriu o seu discurso de posse como Procurador-Geral de Justiça do MP.

A sessão solene, realizada virtualmente na tarde desta segunda-feira, 14, foi transmitida pelo Youtube, em razão da pandemia, e acompanhada pelos chefes do Poder Executivo, do Poder Legislativo e do Poder Judiciário, bem como por outras autoridades, representantes do Ministério Público brasileiro e demais instituições do Sistema de Justiça.

Casaroti reconheceu os desafios que serão enfrentados, a importância de ter o apoio dos órgãos superiores, em especial do Colégio de Procuradores de Justiça, a necessidade de manter o diálogo com as entidades classistas da instituição (de membros e de servidores) e, principalmente, a promoção de debates relacionados às garantias do Ministério Público e às demandas para o desenvolvimento do Estado do Tocantins. “Almejamos dar retorno positivo à sociedade, com um trabalho célere e eficaz no combate à macrocriminalidade e na defesa da cidadania e do meio ambiente. Vamos nos preparar para estas ações, apostando em inovações tecnológicas, na valorização dos nossos integrantes e em uma comunicação mais eficaz com a sociedade”.

Sua antecessora, Maria Cotinha Bezerra, falou das dificuldades estruturais encontradas no início da carreira, quando o Estado era denominado “corredor da miséria”, e da missão que foi mostrar à população pobre que a Justiça não era privilégio dos abastados. “Lembrar do passado não é alimentar mitos de heróis criados por grupos dominantes, é recordar que nossa missão é servir, fiscalizar, estarmos atentos e sermos guardiões da democracia, da sociedade justa”.

Cotinha finalizou parabenizando Luciano Casaroti. “Esta data é certamente um misto de emoções salutares: expectativa pelo porvir, anseio por corresponder às responsabilidades do cargo, entusiasmo para fazer o melhor. Tenha todo o meu apoio, porque os seus desafios também serão os desafios de toda a instituição, mormente neste momento em que se faz necessária a reaproximação do MP com a população”.


Com Ascom/MPTO

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