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Força tarefa é montada para concluir inquéritos policiais

21/06/2013 08h46 | Atualizado em: 21/06/2013 12h04

Lia Mara/ATN 17 delegados de polícia irão atuar no fechamento dos inquéritos na Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas

A Secretaria de Estado da Segurança Pública implantou, conforme a Portaria 811, publicada no Diário Oficial do Estado, uma força tarefa para a conclusão de inquéritos policiais de homicídio em Palmas. Ao todo, foram destacados 17 delegados de polícia que cumprem funções administrativas ou que atuam em delegacias de menor demanda, para auxiliar no fechamento dos inquéritos na Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoas (DHPP).

De acordo com a delegada chefe da Polícia Civil, Maria de Fátima Holanda Ubaldo, esta força tarefa atuará na conclusão de inquéritos complexos de homicídio e de tentativa de homicídio. “Como os inquéritos são por crimes de atentado contra a vida, nós os priorizamos, pois a vida é o bem jurídico mais precioso que a pessoa tem”, explicou.

Os delegados destacados para a conclusão dos inquéritos em aberto na DHPP são, segundo a chefe da Polícia Civil, atuantes em atividades administrativas como a corregedoria, Polícia Comunitária e Comissão de Processos e Estatística; e a colaboração destes profissionais na força-tarefa não atrapalhará o serviço desenvolvido nos setores em que trabalham. “Ao todo são mais de 80 inquéritos a serem analisados na Delegacia de Homicídios e todos aceitaram de prontidão participar desta força-tarefa. Assim, vamos fazer com que a Delegacia de Homicídios trabalhe com mais agilidade”, completou.

Segundo a delegada, contudo, o trabalho exercido pelo departamento já está em nível satisfatório. “Nosso nível de elucidação de homicídios é muito bom. O que vamos auxiliar é na elucidação de homicídios complexos. Temos casos de dez anos atrás”, pontuou.

A meta da Polícia Civil, conforme sua delegada chefe, é ampliar a atuação do grupo de conclusão de inquérito para todo o Estado, incluindo os profissionais do recém-criado grupo de Rápida Reação. “O nosso desejo é fazer esta ação em todo o Estado”, frisou.

Além disso, enxugada a demanda das delegacias de Homicídio, no que diz respeito a homicídios complexos e que foram cometidos há muito tempo, a chefe da Polícia Civil frisou que pretende estender a atuação da força tarefa para outras delegacias do Estado. “Nós fazemos reuniões semanais para saber de todas as demandas e pretendemos expandir a atuação do grupo também para outras delegacias especializadas”, explicou.

Grupo de Rápida Reação

Por meio da portaria SSP Nº 789, de 27 de Maio de 2013, o secretário de Estado da Segurança Pública, José de Eliú de Andrada Jurubeba, determinou a criação, no âmbito da Chefia da Polícia Civil, do Grupo de Pronta Reação da PC. O grupo tem o objetivo de combater a criminalidade, dar mais celeridade aos processos investigatórios, aperfeiçoar os resultados e atender o interesse público com maiores índices de adequação, eficácia e satisfação prestados pela Polícia Civil.

O grupo recém - criado será composto inicialmente por três delegados, quinze agentes de polícia e cinco escrivães de polícia e atuarão em situações excepcionais e emergenciais em todo o território tocantinense.

 

Da ATN

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