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Araguaína-TO, segunda, 23 de setembro de 2019
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Municípios

Profissionais da educação interditam BR-153 em protesto

Eles cobram o pagamento da data-base e outros direitos

25/06/2013 15h12 | Atualizado em: 26/06/2013 11h35

REDE TO/Tarcísio Sousa A principal cobrança dos manifestantes diz respeito ao pagamento da data-base

REDAÇÃO


Cerca de 150 profissionais da educação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet) fecharam em protesto na tarde desta terça-feira 25, uma das pistas da BR-153, em Araguaína. 

A manifestação ocorreu em frente ao prédio da Secretaria da Educação do Município (Semed) e causou congestionamento na rodovia. Uma fila imensa de veículos se formou no local. 

De acordo com o sindicato, os profissionais da educação exigem ser atendidos pelo prefeito da cidade, Ronaldo Dimas (PR). A principal cobrança deles diz respeito ao pagamento da data-base no valor de 10%. Além disso, eles pedem a
 aprovação do Plano de Carreira do Administrativo e o aumento das letras da Progressão Horizontal.
 

Profissionais da educação protestam em frente a Secretaria Municipal de Educação. Foto: REDE TO/Tarcísio Sousa


Em entrevista à REDE TO, o presidente regional do Sintet, Jesulê Guida, afirmou que caso não haja acordo, a classe não irá concluir o semestre letivo e uma greve será deflagrada.

Depois de liberarem a pista interditada, os manifestantes saíram em carreata pelas ruas da cidade. Uma reunião na sede do sindicato deve definir quais providências devem ser tomadas pela categoria a partir de agora. 

Reunião

Na manhã de hoje, o presidente do Sintet, José Roque Santiago, participou de uma reunião com secretário municipal de Educação, Jocirley de Oliveira, que teria afirmado que a prefeitura não tem condições de pagar o reajuste referente à data-base, promessa feita por Dimas durante acordo realizado em março deste ano. O prefeito não participou da reunião. 

Segundo a vereadora Silvinia do Sintet (PT), que participou da manifestação, a prefeitura afirma que não tem direito para pagar a data-base, "mas tem condições de alugar um prédio para a Semed e contratar servidores a peso de ouro". 


 

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