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Araguaína-TO, Wednesday, 29 de June de 2022
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PF mira fraudes em contratos de transporte escolar no sul do TO

A PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar executados nos municípios de Gurupi, Figueirópolis, Jaú, Paranã, Peixe e São Salvador. Cerca de 60 policiais federais e dois auditores da CGU cumprem os mandados de busca.

25/05/2022 08h19 | Atualizado em: 26/05/2022 09h59

Divulgação
REDAÇÃO
REDETO, com informações da PF

A Polícia Federal (PF) segue investigando fraudes em contratos de transporte escolar no Tocantins. Nesta terça-feira (24) foi deflagrada a operação Catilinárias II em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), que cumpre 14 mandados de busca e apreensão em sete cidades no sul do estado e em Goiânia.

A PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar executados nos municípios de Gurupi, Figueirópolis, Jaú, Paranã, Peixe e São Salvador. Cerca de 60 policiais federais e dois auditores da CGU cumprem os mandados de busca. As irregularidades foram identificadas pela CGU durante apurações realizadas em 2017 nos municípios de Araguaína e Gurupi, no 4º Ciclo do Programa de Fiscalização em Entes Federativos.

A segunda fase da operação tem foco em seis municípios da região sul de Tocantins, o que demonstra a extensão e complexidade do suposto esquema. As investigações identificaram fortes indícios de conluio entre várias empresas para fraudar as licitações. As propostas de preço teriam sido elaboradas pela mesma pessoa, antes mesmo da abertura dos processos licitatórios.

Em acordo de colaboração premiada firmado com Ministério Público Federal (MPF), alguns investigados revelaram que o total de quilômetros percorrido pelos veículos era ampliado para permitir o superfaturamento dos pagamentos. O valor indevido, mais de R$ 740 mil reais, seria destinado a agentes públicos, inclusive para a realização de festas e aquisição de presentes.

Crimes investigados

Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude a licitação, desvio de recursos públicos, associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As penas podem chegar a 37 anos de reclusão.



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