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Araguaína-TO, Monday, 08 de August de 2022
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Estado

Sindepol rebate declarações sobre delegado da PC

20/07/2022 21h39

Divulgação
REDAÇÃO
REDETO

O Sindicato dos Delegados de Polícia do Tocantins (Sindepol) afirmou, em nota, que repudia as falas do advogado Antonio Ianowich e do ex-prefeito Carlos Amastha sobre o suposto flagrante forjado pelo delegado Guilherme Rocha.

O advogado apresentou um áudio no qual durante coletiva de imprensa do Sindicato dos Policias Civis do Tocantins (SINPOL) um áudio em que delegados estariam supostamento forjando um flagrante com utilização de santinhos políticos. Uma das vozes no áudio seria do delegado Guilherme Rocha.

O ex-prefeito alegou, também durante coletiva de imprensa, que o delegado Guilherme Rocha estaria praticando perseguição política contra ele. Segundo Amastha, havia um esquema, usando estrutura do estado, para impossilitá-lo de se tornar governador do Tocantins.

De acordo com o político, as ações foram motivadas por Felipe Rocha, irmão do delegado Guilherme Rocha. Felipe é filiado ao PSB, mesmo partido de Amastha.

Segundo o Sindepol, o áudio exposto pelo advogado não tem "relação com a operação Caninana e nem comprovação oficial de integridade e de correspondênca com qualquer caso concreto".

O sindicato apontou ainda que o advogado Antonio Ianowich responde a inquéritos policiais instaurados pela Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública (DRACMA)/Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR), sendo condenado em primeira instância após investigações presididas pelo delegado Guilherme Rocha. Para o Sindepol, as "acusações fora de contexto, são resultado de retaliações de cunho meramente pessoal".

Ainda na nota o sindicato afirma que o delegado Guilherme Rocha atuou em ações de combate à corrupção e que é vítima "de uma das maiores perseguições políticas" do Tocantins, segundo inquérito recente da Polícia Federal.

Confira a nota na íntegra

"O Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Tocantins (Sindepol/TO) vem a público manifestar repúdio às ilações apresentadas pelo Advogado Antonio Ianowich e o senhor Carlos Amastha, os quais, em coletivas de imprensa, atacaram o Delegado de Polícia Guilherme Rocha, por uma suposta cogitação de flagrante forjado contra o ex-prefeito de Palmas-TO, bem como outros Delegados de Polícia, não identificados, por eventuais ações ilícitas.

Inicialmente, verifica-se que o áudio exposto pelo advogado, além de não ter qualquer relação com a denominada Operação Caninana da Polícia Federal, na qual ele representa alguns policiais civis, não tem a comprovação oficial de integridade e de correspondência com qualquer caso concreto.

Além disso, é de conhecimento público que o advogado Antonio Ianowich responde a inquéritos policiais instaurados pela DRACMA/DECOR, sendo condenado, em primeira instância, por corrupção em ação penal decorrente justamente de investigações presididas pelo Delegado Guilherme Rocha, o que invariavelmente demonstra que suas acusações, completamente fora de contexto, são resultado de retaliações de cunho meramente pessoal.

Importante ressaltar, ainda, que o Delegado Guilherme Rocha atuou em diversos procedimentos de combate a corrupção, sendo, em razão disso, vítima de uma das maiores perseguições políticas já constatadas na história do Tocantins, conforme se observa em inquérito recente da Polícia Federal.

Destarte, a tentativa de investigados de atacar o Delegado de Polícia com o intuito de fragilizá-lo e colocá-lo sob suspeita, a fim de semear eventuais nulidades, é prática antiga, mormente quando não possuem argumentos e provas plausíveis aptas a afastarem suas responsabilidades criminais.No tocante as acusações genéricas a outros Delegados de Polícia, não especificados nas coletivas de imprensa, baseadas em supostas gravações ambientais clandestinas, o Sindepol-TO buscará os órgãos competentes visando uma ampla investigação com o fim de estabelecer a verdade em cada caso, bem como apurar responsabilidades por eventuais denúncias infundadas e práticas ilícitas.

Assim, esta Entidade Sindical reafirma seu compromisso com a transparência e legalidade e não se quedará inerte ante as supostas tentativas de intimidação e exposição dos integrantes da carreira de Delegado de Polícia Civil."


 
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