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Araguaína-TO, Monday, 08 de August de 2022
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Gurupi: Duas pessoas estão com suspeita de varíola dos macacos

Os pacientes são uma criança de 11 anos e uma mulher de 42 anos, com histórico de viagem recente. Eles apresentaram sintomas e sinais que podem ser do vírus Monkeypox. Os casos não têm relação.

03/08/2022 14h48

Divulgação
REDAÇÃO
REDETO

Duas pessoas com suspeita de varíola dos macacos estão em isolamento em Gurupi, na região sul do estado. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus) nesta quarta-feira (03).

Os pacientes são uma criança de 11 anos e uma mulher de 42 anos, com histórico de viagem recente. Eles apresentaram sintomas e sinais que podem ser do vírus Monkeypox. Os casos não têm relação.

A Semus informou os pacientes receberam atendimento médico e passaram por coleta de material biológico. As amostras foram enviadas para o laboratório de referência em Minas Gerais através do Laboratório Central do Estado (LACEN).

Ainda conforme a Secretaria de Saúde, a criança viajou para o Pará e para São Paulo recentemente, foi atendida em hospital particular da cidade e está em isolamento domiciliar. Já a mulher apresentou erupções no braço depois de acampar às margens do rio Tocantins, foi atendida em uma UBS e também está isolada em casa. O resultado dos exames deve ficar pronto em 15 dias.

O Tocantins divulgou na última segunda-feira (01) o plano de contigência para Monkeypox. O plano terá a definição da doença, sinais, sintomas, orientações para assistência, unidades de referência, orientações para coleta, transporte e armazenamento de amostras biológicas e fluxos laboratoriais. O estado confirmou o primeiro caso da doença há uma semana. A partir daí

A reunião contou com a participação das Superintendências de Vigilância em Saúde (SVS), Políticas de Atenção à Saúde (SPAS) e Unidades Hospitalares Próprias (SUHP). O plano será publicado no dia 1º de agosto e encaminhado para os 139 municípios.

Doença

Segundo o Ministério da Saúde (MS), a doença causada pelo vírus Monkeypox Vírus (MPXV) é transmitida por animais (zoonose) e sua transmissão para humanos pode ocorrer através do contato com um animal ou pessoa infectada, ou ainda com material corporal humano contendo o vírus. Essa zoonose é conhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 1970, quando observou-se a ocorrência de casos esporádicos relacionados a viagens realizadas nas regiões endêmicas de floresta no Centro-Oeste da África.

A Monkeypox é geralmente uma doença autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O Monkeypox é transmitido de pessoa para pessoa através do contato direto com feridas infecciosas, crostas ou fluidos corporais, com materiais que tocam fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis ou com secreções respiratórias durante o contato pessoal prolongado.

Atendimentos

O atendimento inicial deve ser realizado, preferencialmente, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Atenção Primária, indicando-se internação hospitalar para casos que apresentem sinais de gravidade. Para prevenção de casos recomenda-se para profissionais da saúde o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como máscaras cirúrgicas, óculos, luvas e avental, além da higienização das mãos antes e após cada atendimento.

 
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