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Araguaína-TO, quarta, 23 de abril de 2014
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Estado

Presa integrante de quadrilha acusada de desviar verbas

Segundo o Ministério Público Estadual (MPE), após a descobertas dos crimes, Ana Kariny Neves Marques fugiu para a Europa. Após quase dez anos, ela voltou para o TO, onde foi presa na cidade de Novo Acordo

19/09/2013 12h06 | Atualizado em: 20/09/2013 13h14

Divulgação Após a descoberta dos crimes, Ana Kariny Neves Marques fugiu para a Europa, onde, segundo o MPE, permaneceu por quase uma década

REDAÇÃO


Foi presa na última quarta-feira, 18, na cidade de Novo Acordo, Ana Kariny Neves Marques, acusada de participar de uma quadrilha flagrada pela Polícia Federal (PF) com documentos falsificados de instituições de ensino, cheques, carimbos e documentos que indicam o desvio de verbas do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB). 

Marques foi denunciada duas vezes pelo Ministério Público Estadual (MPE) - uma denúncia foi ingressada no ano 2000 e a outra no ano seguinte. Para o promotor de justiça Franscico Brandes, ela está por trás do esquema que beneficiou com dinheiro desviado prefeito de vários municípios do Tocantins.  

De acordo com a investigação da Polícia Federal, a quadrilha oferecia, através de uma empresa denunciada, serviços de capacitação para professores da rede municipal. Contudo, as licitações eram falsas e montadas pela organização criminosa. O processo licitatório tinha sempre uma única empresa vencedora. 

Além do Tocantins, a quadrilha também teria atuado no Pará, Maranhão, Mato Grosso e Bahia. 
“Após a descoberta dos crimes, Anna Kariny foi para Europa, mais especificamente para a Holanda, onde permaneceu por quase uma década, o que contribuiu para impunidade dos seus atos. Contudo, após investigação do MPE, foi constatado que a ré, tinha retornado ao Tocantins e tinha endereço certo. Assim, a Promotoria de Justiça de Novo Acordo requereu o cumprimento do mandado de prisão naquele endereço, devidamente cumprido pela Polícia Civil de forma eficaz”, explica o promotor, que completou afirmando que Anna Kariny deve aguardar o julgamento na prisão. 

O Ministério Público informou que entrou em contato com as promotorias nas quais a quadrilha é investigada ou foi denunciada para que haja o julgamento de todos os réus pelos crimes que cometeram em desfavor da educação básica.

Segundo o MPE, foi verificada a existência de inquéritos ou denúncias em desfavor da quadrilha nas seguintes comarcas: Araguaína, Novo Acordo, Natividade, Alvorada, Taguatinga e Peixe.

 

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