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Coca-Cola responde consumidor sobre rato encontrado em garrafa

19/09/2013 17h05 | Atualizado em: 23/09/2013 23h48

Reprodução Facebook/Wilson Batista Rezende Para a Coca-Cola, "o fato alegado não tem fundamento e é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde"

REDAÇÃO


O caso de um relojoeiro que teria encontrado um rato em um garrafa de Coca-Cola tem ganhado a atenção dos internautas de todo o país nos últimos dias (confira reportagem sobre o assunto). 

Com o objetivo de tranquilizar os consumidores, a Coca-Cola divulgou na última terça-feira, 17, um comunicado em resposta a denúncia mostrada pela TV Record. 

Wilson Rezende conta que comprou um pacote com seis garrafas no supermercado na cidade de São Paulo, e "sentiu os órgãos queimarem" ao consumir uma delas.

“Ingeri meio gole de uma das seis garrafas de dois litros de Coca-Cola contaminada com restos de rato, e senti corroer meu esôfago, língua e estômago. Foi quando cuspi o restante para fora da boca, desesperado e com a indescritível ardência, literalmente por todo meu aparelho digestivo. Verifico o copo que me servi e percebo pequenos fios de pelos de ratos junto ao líquido”, explicou. 

Resposta

Sobre o caso, a Coca-Cola informou que todos os seus "produtos são seguros e os ingredientes utilizados são aprovados pelos órgãos regulatórios, em um histórico de 127 anos de compromisso e respeito com os consumidores".

A companhia dona do mais famoso refrigerante do planeta esclareceu ainda que os "processos de fabricação e rígidos protocolos de controle de qualidade e higiene tornam impossível que um roedor entre em uma garrafa" nas fábricas da empresa. 

No comunicado, a Coca-Cola lamenta o estado de saúde do consumidor, mas reitera que "o fato alegado não tem fundamento e é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde". 

Briga judicial

Rezende afirma ficou com sequelas após a ingestão do refrigerante. Ele entrou com um processo na Justiça para cobrar uma ação da Coca-Cola. O consumidor tenta provar que a bebida foi a responsável pelos problemas de saúde dele e para isso, apresenta atestados de laboratório e médicos, apontando que havia restos de ratos nas garrafas. Para conseguir alguma resposta da empresa e da Justiça, Wilson já chegou até a fazer greve de fome.


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