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Municípios

Servidores encerram greve após acordo com prefeito

21/11/2013 14h02

Divulgação Prefeito assinou um documento no qual se comprometeu a não atrasar os salários

Nesta quinta-feira, 21, os servidores públicos municipais do Quadro Geral, da Saúde e da Educação de Taguatinga decidiram, em Assembleia Geral Extraordinária Conjunta, encerrar a greve geral que ocorria no município desde o último dia 11. A decisão foi tomada depois que o prefeito Eronides Teixeira, em reunião com os representantes do Sisepe, Sintet e Sintras, reabriu a negociação e assumiu o compromisso de atender as reivindicações da categoria.

A reunião aconteceu nesta quarta-feira, 20, e durou 08 horas. O prefeito assinou um documento no qual se comprometeu ao seguinte: criar, num prazo de 15 dias, uma Comissão responsável pela elaboração do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), atualização do Estatuto do Servidor e do TaguaPrevi. A comissão será ampla e composta por representantes dos servidores públicos e da administração municipal; realizar concurso público em 2014 para substituição dos contratos temporários por servidores concursados; não descontar os dias de greve dos salários dos servidores. Os dias da paralisação serão compensados de acordo com a necessidade da administração; incluir na Lei Orçamentária Anual de 2014, a previsão de revisão salarial dos servidores; pagar os salários atrasados de 2012 em 10 parcelas, a partir da folha de pagamento de fevereiro até a folha de pagamento de novembro de 2014.

Sobre o caso de Taguatinga, o presidente do Sisepe, que esteve na reunião e na assembleia geral desta quinta-feira, pontuou que houve avanços nas negociações. “Será formada uma comissão para elaborar o PCCR. O Plano de Carreiras é fundamental e vai garantir todos os direitos dos servidores de Taguatinga.”

O presidente também considera que os servidores saíram fortalecidos do movimento grevista. “Pela primeira vez na história de Taguatinga, os servidores das diversas categorias se uniram em uma greve geral na busca de garantir seus direitos. Foi a indignação e a força de união da categoria que fizeram com que a administração municipal reabrisse os canais de negociação”, afirmou Pinheiro.

Da Ascom/Sisepe-TO

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