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Justiça ouve 24 testemunhas do caso de jovem que morreu estrangulada e teve o corpo jogado em praia em julho deste ano

28/11/2013 10h47 | Atualizado em: 28/11/2013 19h52

Letícia Cardoso 24 pessoas foram ouvidas na primeira audiência de instrução de julgamento do caso Luciele

REDAÇÃO


Nesta quarta-feira, 27, a justiça começou a ouvir as testemunhas do caso da jovem Luciele Silva Campos, de 16 anos, encontrada morta no dia 14 de julho, na praia do Porto, em Ananás.

Durante a primeira audiência de instrução de julgamento, a juíza Ana Araújo ouviu 20 testemunhas de defesa e quatro de acusação. As oitivas aconteceram no fórum da cidade. 

O principal suspeito do crime, o servidor público afastado Janiel Ferreira Menezes, de 31 anos, será ouvido através de carta precatória. O acusado responde ao processo em liberdade. A audiência foi acompanhada pelos advogados dele, Glebson de Sousa Lessa e Valerino Jaques Júnior. 

A defesa tenta provar que Janiel é inocente e que sempre teve bom comportamento. Já o advogado contratado pela família da vítima, Servulo César Vilas Boas, defende que o servidor é culpado e deve ser levado a júri popular. 

Na denúncia, o Ministério Público Estadual afirma que Janiel estuprou e asfixiou a vítima até ela desmaiar. Na sequência, o suspeito teria jogado a jovem na praia do Porto, onde ela morreu afogada. O corpo da adolescente foi localizado a 200 metros da praia, no local onde ficam ancoradas as canoas. 

De acordo com o promotor de justiça Luciano Cesar Casaroti, o acusado responde por homicídio triplamente qualificado e estupro de vulnerável. Além disso, Janiel também foi denunciado pelo crime previsto no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que é o fornecimento de bebida alcoólica para menores. O suspeito confessou ter mantido relações sexuais com a vítima bêbada, mas alegou que tenha matado a jovem. 


 

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