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Empreendedor faz sucesso vendendo acarajé em Araguaína

20/03/2015 16h45 | Atualizado em: 20/03/2015 17h01

Tatiana Azeviche/Divulgalão Acarajé, abará, vatapá, casquinha de caranguejo e de siri, moqueca de peixe e outras iguarias dividem espaço com comidas típicas do cerrado

O nome dele é Luis Carlos Costa Cabral, mais conhecido por seu Lua ou o bom baiano. Há um ano, ele resolveu apostar alto ao mudar de ramo profissional, deixou o campo, apostou no desenvolvimento de Araguaína e montou o Restaurante Acarajé Bahia. O objetivo? Vender acarajé na terra do chambaril e do frango com pequi. “Esta cidade é interessante e oferece oportunidades para todos. Estou feliz com o novo negócio”, disse Luis Carlos.

Seu Lua foi direto para a cozinha fazer acarajé, abará, vatapá, casquinha de caranguejo e de siri, moqueca de peixe e outras iguarias da culinária baiana, que dão água na boca. Ele disse que viu no novo empreendimento uma boa oportunidade de lucro e, principalmente, um bom motivo para aliviar as tensões do dia a dia. “Na dificuldade é que nasce a criatividade. Mas creio que a gente deve ter visão de crescimento e de lucro, mas também de bem-estar, de paz. E é o que estou tendo no momento”, pontuou.

A ideia

Trocar o trabalho no campo pela venda de iguarias foi uma ideia que surgiu durante a Exposição Agropecuária de Araguaína de 2014. No evento ele observou que o acarajé poderia ter espaço na cidade, desde que fosse feito com qualidade e dentro da técnica baiana. A partir daí juntou as economias e foi para a praça vender o produto.

Não demorou muito tempo e resolveu colocar o empreendimento na própria casa, onde faz as iguarias juntamente com a esposa. “Já me aconselharam a mudar para um lugar mais caro, mas vou crescer aqui mesmo, pois o que importa é a qualidade do produto”, afirma.

O diferencial

Hoje, com uma clientela cativa em Araguaína e de outras cidades, Luis Carlos garante que o segredo para o sucesso dos pratos que produz é a qualidade, além de um ambiente tranquilo e o bom atendimento. Para ele, o Acarajé Bahia virou um ponto de fazer amizade. ”As pessoas vêm para cá não só para comer um acarajé de qualidade feito com o verdadeiro tempero da Bahia, mas também para conversar sobre política, religião, futebol, filosofia, curtir o ambiente familiar”, diz seu Lua. “O mais importante é fazer amizade e ajudar as pessoas. O cliente fica satisfeito, volta e me dá lucro”, diz.

Seu Lua gosta mesmo de fazer amizades e ajudar as pessoas, mas não revela o segredo do bom e verdadeiro acarajé. Para ele, esse é o mote do negócio. Mas deixa escapar os ingredientes, que são: feijão fradinho, azeite puro de dendê vindo direto de Valença, na Bahia, molho cremoso de pimenta, vinagrete só de tomate, além de camarão e siri, que vêm de São Luís, no Maranhão.

Pratos do Acarajé Bahia

Acarajé, abará, vatapá, casquinha de caranguejo, casquinha de siri, moqueca de peixe, peixe frito, panelada, chambari, rabada, sarapatel, feijoada e cozidão. 

 

Da Ascom/Prefeitura

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