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Estado

Nome de Duda Pereira é incluído no rol de procurados da Interpol

13/06/2017 19h40 | Atualizado em: 13/06/2017 19h54

Divulgação Eduardo Augusto Pereira, mais conhecido como Duda Pereira, pode ter fugido do país: ele é acusado de mandar matar o empresário Wenceslau Gomes Leobas, o "Wencim"

Em decisão proferida, no último dia 10, a Justiça decide encaminhar decreto de prisão preventiva do empresário Eduardo Pereira à Polícia Federal para que seja providenciada a inclusão do seu nome na lista de procurados da Polícia Internacional (Interpol). A decisão atende ao pedido do Ministério Público Estadual (MPE), protocolado no último dia 08, sob alegação de que o foragido pode estar nos Estados Unidos da América.

No despacho, o Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal de Porto Nacional, Alessandro Hofmann Teixeira Mendes, considerou a instrução normativa nº 01/12 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que versa sobre o cumprimento de mandados de prisão e aplicação do Instituto da Difusão Vermelha da Interpol, ou seja, da inclusão dos nomes de pessoas foragidas na lista de pessoas procuradas internacionalmente.

Ao acolher o pedido do MPE, o magistrado determinou que seja expedido novo mandado de prisão indicando que Eduardo Pereira pode estar fora do país e que o mesmo seja encaminhado à Superintendência da Polícia Federal no Tocantins, com a finalidade de incluí-lo no sistema informático da Interpol.

Entenda

Duda é acusado de ser o mandante do assassinato do também empresário Wenceslau Gomes Leobas de França Antunes, de 77 anos, conhecido como “Wencim”.

O Promotor de Justiça Abel Andrade, autor do pedido, acredita que há grande possibilidade de o empresário estar fora do país, mais precisamente no Estado da Flórida, nos Estados Unidos, local para onde viaja frequentemente e no qual esteve poucos dias antes do decreto da prisão. Há rumores também de vínculos empresariais de Duda naquele país.

Abel destaca que mesmo foragido desde o mês de abril, o acusado ingressou com Habeas Corpus no Tribunal de Justiça do Tocantins, tendo sida negada a liminar por decisão do Desembargador Ronaldo Eurípedes.

 

Da Ascom/MPE-TO

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