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Araguaína-TO, sexta, 25 de junho de 2021
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Estado

TO pretende vacinar 9 milhões de bovídeos contra a febre aftosa

22/04/2021 14h16 | Atualizado em: 23/04/2021 14h21

Dinalva Martins Nesta etapa deverão ser vacinados todos os bovídeos das propriedades

Começa no próximo dia 1º e segue até 31 de maio, a primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa no Tocantins. Os produtores rurais devem vacinar todo o rebanho de bovídeos (bovinos e bubalinos), indiferentemente da faixa etária, estimado em mais de 9 milhões de cabeças e distribuídos em mais de 56 mil propriedades. Já o prazo de declaração da vacinação foi estendido até o dia 10 de julho, em virtude da pandemia.

O presidente da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), Paulo Lima disse que o Governo do Tocantins está preparado para executar mais uma campanha antiaftosa e manter assim, o rebanho livre da doença. “A nossa pecuária está em crescimento, e continua sendo um dos principais segmentos da economia tocantinense, por isso, a Adapec está preparada para atender os produtores rurais em mais esta campanha de vacinação contra aftosa,” destacou o presidente.

Durante o mês de abril, a Agência está realizando nos estabelecimentos agropecuários, a fiscalização no recebimento das doses da vacinação para a certificação e liberação da comercialização.

Os cuidados no transporte, armazenamento e utilização da vacina são essenciais para garantir a sua eficácia, por isso, o produtor rural deve ficar atento às indicações. “Ao adquirir a vacina, o produtor rural deve mantê-la na temperatura entre 2°C e 8°C até o momento da aplicação, usar agulhas novas e desinfetadas para evitar abcessos nos animais, aplicar a dose de 2 ml por animal na tábua no pescoço e procurar vacinar nos horários mais frescos do dia, preferencialmente no início da manhã ou fim da tarde”, orienta o responsável técnico pelo Programa Estadual de Erradicação da Febre Aftosa, João Eduardo Pires.

A vacinação contra aftosa é obrigatória e a legislação prevê multa para quem deixar de vacinar, sendo de R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada, além de outras sanções.

A Adapec também recomenda aos pecuaristas que aproveitem o manejo do rebanho e vacinem os animais contra outras doenças, como a raiva e a brucelose.

 

Da Secom/Adepec

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